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TV do Berro: Uma Televisão Para os Caprinos e Ovinos   Versão para Impressão  Enviar por e-mail 
09 12 2007
A revista "O Berro" lutou para ­fazer, em 30 anos, o que não havia sido feito nos 500 anos de descobrimento do Brasil: dar uma fisionomia à caprino-ovino­cultura. Fisionomia de atividade econô­mi­ca, ou seja, algo que dá lucro!

­Parece que conseguiu, em parte, pois a ovino-ca­­prinocultura saiu do quase-zero, em 1970, para um momento de intensa eu­fo­­­ria no mercado dos pequenos animais, em 2005. Pode parecer muito, para alguns, mas é pouco, diante do que poderia ter sido, diante do que pode ser e também diante do que vai ser.

O objetivo de qualquer veículo de co­municação é acelerar o desenvolvimento: é fazer em menos tempo aquilo que levaria muito tempo.

Em sua curta existência, a revista "O Berro" conseguiu lançar um livro de ca­talogação de mais de 90 raças criadas no país e também um livro enciclopédico para servir de base para os ini­ci­antes em geral. Já havia passado 500 anos e não havia uma catalogação de ca­bras e ovelhas criadas no país. Ao me­­nos nesse quesito, o Brasil, agora, es­tá passo a passo com os demais paí­ses.

Distribuindo revistas,­ gratuitamente, para milhares de leitores diferentes - todos os meses - a revista conseguiu es­timular o mercado a um ponto que se mostra tão competitivo como o dos bo­vinos. De fato, as estatísticas mostram que a média anual das vendas em lei­lões de ovinos e caprinos são iguais e, em muitos casos, superiores às veri­ficadas entre os bovinos.


A TV e o mundo

Agora que a China e a Índia estão en­­tre os países que mais crescem no mun­do, o consumo de carne ovina e ca­­prina irá se multiplicar. É preciso produzir 10 ou 20 vezes mais carne do que an­tes. Como fazer isso se não existe ter­­ra a ser desbravada no mundo dos car­neiros de outros países? Somente nas festas religiosas, cada família de is­­raelitas, de muçulmanos e de outras re­­ligiões orientais, deveria abater, ao me­­nos uma vez por ano, um cordeiro. Não um carneiro velho, mas um cor­dei­ri­­nho, animal novo, produzido com bo­as técnicas, dentro do preconizado pe­la pró­pria religião.

Este mercado é tão grande que os Es­tados Unidos e outros países estruturam sua produção tentando oferecer pro­dutos de acordo com um ­calendário religioso - e não conseguem, por falta de animais (e de terras). Este mercado só poderá ser atendido se o Brasil entrar no circuito de produção intensiva de cordeiros e de carne.

Há também o consumo em restaurantes de luxo, que exigem animais de car­caça padronizada, dentro de regras in­ternacionais. O Brasil, ao invés de pro­dutor, neste quesito, é comprador. Ou seja, está longe de chegar a ser um exportador.

No mercado de peles, o país sequer está engatinhando, embora - no pas­sado - houve pessoas que fizeram for­tuna vendendo peles de caprinos e ovinos sertanejos. O sol do sertão transforma a pele das "miúnças" na me­lhor do planeta. Isso vale uma fortu­na no mercado mundial, mas sabe-se que, de cada lote de 100 peles, cerca de 85 são praticamente imprestáveis para uso industrial. Falta aqui estimular a pro­­dução para vender uma pele, não por R$ 1,50 ou R$ 3,00 mas por R$ 15,00 ou mais de R$ 30,00. Se a pele for beneficiada, pode atingir R$ 80,00 ou mais. Esse mercado, no entanto, é dominado por meia dúzia de indus­triais no planeta, mas o Brasil poderá começar disputando uma fatia, palmo a palmo. Um negócio para milionários.

Na área do leite, o país apenas en­gatinha. A produção mal é calculada, pois em raros casos o leite consegue chegar a um laticínio. Geralmente é transformada em queijos sertanejos e vendidos nas feiras, ou atende ­pessoas carentes (doentes, idosos, etc.) que com­pram na porteira. O crescimento da produção leiteira de cabras e de ovelhas poderia ser algo para garantir milhões de dólares para o país. O mundo gostaria de comprar muito leite de cabra, que tem mil serventias terapêuticas, e é bom até para colocar nos chocolates!


A TV e o Brasil

O único país que tem um fabuloso chão a ser ocupado por ovinos e caprinos é o Brasil. De fato, o país tem mais de 4,5 milhões de propriedades pequeníssimas, onde podem ser criados caprinos e ovinos, para alguma ­finalidade. As propriedades leiteiras somam ­cerca de 1,5 milhão e estão vivendo momentos difíceis, surgindo então os ovinos e caprinos como alternativa. Milhares de granjas (avícolas) foram desativadas e seus galpões vão sendo ocupados para confinamento de ovinos.

Afora esses territórios em áreas já ex­ploradas, há a imensidão dos Cerrados, dos Campos, dos Cocais, da Amazônia - tudo para ser ocupado com pecuária racional, o que inclui destacar pequenas glebas para os ovinos ou ca­prinos (de corte) entre as pastagens des­tinadas aos bovinos.


A TV e o espaço

Por que os ovinos e caprinos não ocu­param, então, grandes espaços no país? Por serem animais de uso próprio, ovinos e caprinos dificilmente são mencionados nas estatísticas oficiais. Afinal, não há um abate oficial para quan­tificar o rebanho brasileiro, nem há pro­dução de peles em escala ­industrial. Assim, as estatísticas sobre ovinos e ca­prinos são um mistério.

Com enormes fatias de terra ­sendo desmobilizadas para ceder lugar à ca­na-de-açúcar, ou à soja, vão surgindo as pequenas glebas onde os ovinos irão produzir carne para os trabalhado­res rurais, em geral.

Ora, se o interesse político é ­gerar trabalho no campo, então os ovinos e ca­prinos são uma notável opção, pois são mais exigentes que os bovinos, pois são animais de ciclo curto. O que isto significa? Que, enquanto um bovino nasce, cresce e chega à idade de abate, várias gerações de ovinos já fizeram o mesmo percurso. Ao se fazerem as contas, a produção de carne de ovinos pode ser muito lucrativa. Negócio lucrativo para os frigoríficos de bovi­nos que podem abrir um espaço para a carne de ovinos.


A TV e a cultura

Se ovinos e caprinos são tão bons, então por que sempre foram tratados como "coisa de pobre"? Essa expressão nunca foi brasileira, mas francesa. No Nordeste, quem tem um rebanho vi­ve bem! No Brasil, por outro lado, o cam­po sempre foi mantido num regime de miséria cultural. Em parte porque não há livros que instruam o campesino, uma vez que a celulose brasileira (que deveria produzir milhões de livros para os brasileiros) acaba sendo expor­tada para produzir livros para as pessoas de outros continentes. Assim, os bra­sileiros ficam sem livros, ou seja, sem cultura.

Por conta dessa miopia, as ­escolas ensinam tecnologias estrangeiras para os brasileiros. É claro que tecnologia es­trangeira não pode dar certo no ­clima tropical - qualquer sertanejo sabe disso, mas - se não tem cão, ele continua mantendo o gato! Os sertanejos nordestinos, por sorte, contam com mais de 400 anos de muitas tradições, as quais garantem a manutenção de seus re­banhos. Também no extremo sul, os gaú­chos desenvolveram tecnologias pró­prias para ovinocultura de lã.

O resto do Brasil, no entanto, é al­ta­­mente carente de tecnologia a respei­to da criação de ovinos e caprinos para carne. Nesta imensidão, no entanto, é on­de se dará a formidável produção de car­ne e de peles, no futuro.

Para isso, é preciso didática, em rit­mo acelerado. Jornais, livros e revistas já fizeram bastante, mas agora chegou a vez de uma televisão entrar na área didática, para trazer o futuro mais pa­ra perto.


A TV do Berro

A televisão - ou TV do Berro - portanto, pode fazer em 5 anos, o que as re­vistas levariam mais de 50. Afinal, lo­go de início serão disponibilizadas mais de 18 milhões de parabólicas e milhões de expectadores por outras vias. Jamais uma revista poderia ter esse alcance imediatista.

Não será tarefa fácil, pois o objetivo é promover, incessantemente, a expansão do rebanho chegar a mais de 100 milhões de cabeças. Pare­ce loucura para os desavisados, mas quando a revista "Agropecuária Tropical", na década de 1970, dizia que o rebanho bovino chegaria a quase 200 milhões pouco depois do ano 2000, mui­tos afirmaram que isso era tolice!

Hoje, ninguém duvida de um rebanho bovino de 200 milhões de ­cabeças! A previsão estava correta. Hoje, ironica­mente, o país pode se dar ao luxo de reduzir esse contingente e, ao mesmo tempo, aumentar a produção de carne, devido ao aporte de tecnologia moderna.

O mesmo irá acontecer com os ovinos: chegar a um rebanho de 100 mi­lhões é tarefa fácil, quando se calcu­la o espaço que já foi ocupado por 200 milhões de bovinos. É comum ­constatar que, a princípio, onde cabe uma vaca, podem ser colocadas entre 3 a 8 cabeças de ovelhas ou cabras.

Pensar em facilidades, porém, não é realidade para quem vai para o campo. A atividade rural não é nada fácil. Jamais seria prudente iludir os iniciantes. Vale repetir que ovinos e caprinos, por serem animais de ciclo curto, exigem trabalho multiplicado, e muito mais atenção. Ademais são animais gregários, o que significa que, se um ­adoece, outros podem adoecer logo em seguida.

Isso é empecilho? Claro que não, pois o país criava galinhas-carijós no quin­tal e jamais imaginaria que, em apenas 50 anos, elas desapareceriam do fundo de casa e iriam ser criadas apenas em granjas industriais. Hoje, fa­la-se em galinhas transgênicas! O mundo transformou-se e o mesmo vem acon­tecendo com todas as atividades.

A TV do Berro, portanto, não chega, sozinha, para estimular os rebanhos. Ela chega com a informática, com milhares de novidades mecânicas, químicas, farmacêuticas, etc. Então é bem fácil garantir sucesso à ovino-caprinocultura.


A equipe da TV do Berro

A parte didática e jornalística da TV do Berro continuará sendo exercida pela revista O Berro, que tem obtido sucesso em três décadas. A parte técni­ca está sob responsabilidade de Alci Costa Leite, da TV Santa Inês (que deixará de ser transmitida) e de Fabiana Haik (especialista em cinema), que já tem uma equipe disciplinada para a direção.

Os estúdios estarão divididos em vá­rias cidades, envolvendo o país intei­ro. Serão três equipes móveis circulando pelos sertões buscando tudo que vai acontecendo com a ovino-caprinocultura.

O programa será transmitido - todos os dias - cedo e à noite. De ­manhã: das 08:00 às 08.30; à noite: das 20:00 às 20:30 horas. Aos domingos: das 09:00 às 10:00 horas.

O objetivo didático do programa é somar conhecimentos, ou seja, a ­pauta é traçada de acordo com os conhecimentos inseridos. Não será, portanto, uma TV típica de entrevistas ou de vendas de animais, mas sim um programa normal, com muitos quadros diferentes - bem ao gosto do público acostumado à revista O Berro - e também com ­novos ingredientes.


O papel da TV

Só existe um caminho para o sucesso da atividade: produzir carne em larga escala. Também leite. Também pe­le. Também estrume. Também outros derivados. Essa é a mentalidade que se espera dos empresários.

Apenas uma minoria continuará se de­dicando à alta genética, como em to­dos os países. A maioria praticará toda sorte de cruzamentos para obter mais carne ou leite em sua região. Para cada situação há um animal correto e ele se­rá sempre um mestiço tropical.

O que isto significa? Que muitas raças poderão ser criadas nos 40 microclimas do país. Cada um poderá exigir um produto adequado, o qual ga­ran­tirá mais lucro naquela ­determinada circunstância.

Imitar o vizinho pode não ser a me­lhor opção, quando o solo, o clima, os ven­tos, a vegetação mudaram. Assim, há um enorme campo para pesquisas, para os zootecnistas, para os veterinários, para os agrônomos, para os técni­cos de gestão rural.

O papel da TV do Berro será ­juntar todos os técnicos, todas as ­tecnologias, toda a tradição reservada no ­Nordeste, Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Norte.

O papel da TV do Berro será cami­nhar junto com os empresários rurais, com os olhos voltados para cima, sempre para mais alto, pois esse é o destino do Homem.

Afinal, ovelhas e cabras fazem par­te da cultura da humanidade, pois Abraão, Isaac, Jacó e todos os ­grandes personagens da Bíblia, bem como de ou­­tros livros sagrados, tiveram sua su­b­­sis­tência garantida, sempre por esses pe­quenos e fantásticos animais.


O Público Rural

97% assistem televisão.
51% consideram a televisão o melhor meio de mensagem sobre lançamentos, usos, características de produtos, máquinas e equipamentos.
64% vivem na propriedade.
74% possuem antena parabólica.
11% possuem TV por assinatura SKY.
30% possuem microcomputador ligado à internet.


Fonte: Revista O Berro nº 99.


 
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