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Conceitos e Regras Para uma Boa Vacinação.   Versão para Impressão  Enviar por e-mail 
09 12 2007

Um programa de saúde animal consiste em um conjunto de medidas planejadas e executadas visando a manutenção do estado sanitário e da produtividade da empresa em ótimos níveis. Um dos principais elementos responsáveis pelo sucesso de um sistema de produção animal é a implementação de um bom programa de vacinação.

O objetivo de uma vacina é estimular o sistema imunológico a desenvolver uma resposta de forma similar a uma infecção natural, sem causar reações adversas no animal e contaminação do ambiente. Com isso, a vacina diminui os riscos das doenças, porém, a qualidade da imunidade pode ser seriamente comprometida se não houver condições de manejo e higiene adequadas antes, durante e após o processo de vacinação.

A adoção de alguns conceitos e regras garante o sucesso da vacinação e resposta imune, eficaz e duradoura. A atenção deve ser redobrada, sempre, quando o assunto é vacinação. As principais regras são:

- Adquirir produtos dos comércios de confiança ou direto das distribuidoras.

- Ficar sempre atento ao armazenamento correto, prazo de validade, como, integridade, limpeza, temperatura, etc.

- Desconfiar de produtos com validade vencida e mais baratos que os recomendados.

- Transportar as vacinas em uma caixa isotérmica ou de isopor bem fechada e refrigerada com gelo reciclável.

- Na geladeira da fazenda, manter as vacinas com temperatura entre 2 e 8º C.

- Usar um recipiente plástico para impedir o contato direto da vacina com o gelo, a fim de evitar que a mesma congele.

- Sempre ter gelo disponível ou bolsas de gelo reciclável caso haja queda ou falta de energia na propriedade.

- Esterilizar agulhas e seringas em água destilada fervente por 20 minutos.

- Jamais usar desinfetantes químicos à base de álcool, iodo, cloro, etc. Estes produtos deixam resíduos que inativam as vacinas.

- Não fazer uso de agulhas tortas, “rombudas” ou quebradas.


Aplicação

A maioria das vacinas utilizadas em pequenos ruminantes pode ser administrada pela via subcutânea (SC).

- Utilizar agulhas 10x10 ou 15x10. O local de aplicação pode ser sobre as costelas ou no terço médio superior do pescoço e deve estar limpo, livre de poei­ra, terra ou lama.

- Realizar a assepsia do local de aplicação com algodão embebido em álcool iodado.

- Puxar a pele, formando um triângulo, introduzir a agulha no meio do triân­gulo em sentido vertical e injetar o produto.

- A pessoa responsável pela aplicação deve ter e manter sempre as mãos e braços limpos e secos.

- A cada 10 animais vacinados trocar a agulha para minimizar o risco de transferência de doenças e agentes patogênicos entre animais.


Manipulação da vacina

- Levar para o curral de manejo apenas a quantidade de medicamento que será utilizada naquele período de trabalho.

- Manter o material sob refrigeração em caixa de isopor fechada com gelo, antes e durante a vacinação.

- Manter as seringas sempre na caixa de isopor entre os manejos de enchimento do brete.

- Agitar o frasco antes de usar a vacina, em seguida fazer a desinfecção da tampa com álcool iodado toda vez que recarregar as seringas.

- Utilizar apenas uma agulha e não expor o medicamento à luz do sol e ao calor, nem misturar diferentes vacinas em uma mesma seringa.


Manejo dos animais

- Levar para o curral apenas a quantidade de animais que a instalação tecnicamente suporta e que poderá ser vacinada dentro do período de trabalho.

- Os animais devem ser conduzidos e manejados com o mínimo de estresse, apresentar boa saúde e escore de condição corporal adequado.

- Vacinar os animais nas horas mais amenas do dia, sobretudo, no período da tarde. Fatores como temperatura alta, manejo agressivo, mistura de lotes, viagens, partos, parasitismo, má nutrição e doenças intercorrentes reduzem a capacidade do animal em desenvolver uma resposta imune satisfatória e prolongada.


Controle

- Registrar os lotes e os animais vacinados; a data de vacinação; o nome, o número de partida, o laboratório e a validade do produto.

- Incinerar todos os frascos vazios e as sobras.

- Esterilizar agulhas e seringas, guardando-as em local limpo, ficando prontas para o próximo trabalho.


Fonte: Portal FarmPoint (www.farmpoint.com.br) - Daniel Araújo colunista do FarmPoint e instrutor de cursos online da AgriPoint.

 
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