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Os segredos da água   Versão para Impressão  Enviar por e-mail 
07 02 2005

Caprinos e ovinos gostam de água mas o consumo diário varia com a natureza da dieta, com o regime de vida, com a temperatura ambiente e com a produção individual.

Em média, um caprino consome entre 2,5 a 4 litros de água por quilo de matéria seca da ração. Isso representa entre 6 a 10 litros diários para um animal de 50 kg. Quando o animal come pasto verde e forragens macias ou aquosas o consumo de água como bebida é muito baixo, variando entre 0,5 a 3,0 litros/dia.

As cabras em lactação consomem cerca de 50% a mais que os machos e as cabras secas.

Em regiões muito frias, a água só pode ser dada juntamente com grande quantidade de forragem fibrosas, pois os animais obtêm calor para o aquecimento do corpo por meio da fermentação dos alimentos fibrosos no rúmen (calor orgânico). Na Europa, é comum servir água aquecida, tanto no inverno como no verão. No Brasil, os animais preferem água fresca.

Uma dieta seca, com pouca água, favorece a engorda dos animais. Na Europa é comum submeter as cabras a uma dieta seca antes da estação de monta e no começo do inverno, para provocar uma redução na produção de leite e um aumento das reservas corporais de carne e gordura.

Se os criadores querem um aumento de leite, então fazem o contrário: estimulam a sede, somando sal tanto na água como nos alimentos. Ao invés de sal comum, também pode-se fornecer misturas concentradas molhadas ou sopas de farelos de cereais. Assim, as reservas do corpo do animal são rapidamente transformadas em leite e a produção é aumentada à custa do peso do animal.

Os perigos da água - Caprinos e ovinos manifestam horror à água em no solo. Com razão: a umidade pode liquidar um rebanho em uma única noite! Como os índios, as cabras e ovelhas são muito rústicas, mas sucumbem diante de um simples resfriado!
É importante cuidar dos locais de acesso à água para evitar que os animais pisem, por longo tempo, em chão molhado. Chão molhado e vento frio são receitas para destruir um rebanho. Por isso, é importante reservar, sempre, locais de proteção contra os ventos e contra a umidade no solo.

No Nordeste, as plantas quebram as correntes de ar e os lajedos altos evitam a acumulação de água. Por isso, os animais estão sempre sobre as pedras...
No Sudeste, ou em locais onde não existam pedreiras, todas as propriedades deveriam ter "lajedos" artificiais construídos de ferro-cimento (tela estreita, salpicada com cimento). Outra vantagem dessa construção é que, embaixo, podem ser colocados cochos ou se montar um recinto de proteção.

Conclusão - A água é vida, com certeza, mas pode ser a morte. Ao adquirir um lote, o comprador jamais deve levar um animal com gripe ou pneumonia. Ou melhor, deve evitar qualquer animal que apresente resfriado, tosse, etc.


Fonte: Revista o Berro nº 43.


 
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